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Aprender francês é impossível? Veja esse e outros 4 mitos sobre a língua francesa.


Quem não conhece a língua falada em Paris? O francês está entre as línguas mais globalizadas do mundo e, no Brasil, há poucos fluentes no idioma, o que acaba favorecendo estudantes que conseguem atingir um nível de fluência. Hoje, com os avanços da internet e da própria tecnologia, existem várias fontes de ensino da língua, seja por meio dos aplicativos de smartphones e computadores, das aulas de francês - online - através de plataformas de estudos, ou em escolas de idiomas, com o método tradicional de aprendizado, isto é, por meio de livros. O que acontece com o francês, porém, é que a língua é rodeada de mitos que acabam afastando quem tem algum interesse em aprender a língua francesa. Abaixo, desvendamos 5 desses mitos para você:

5 mitos sobre aprender francês

1. Aprender francês é quase impossível

Assim como qualquer outra língua, o início é sempre mais difícil, já que o aluno nunca teve contato direto com o idioma e está começando a aprender não só sua bagagem cultural, mas sua estrutura e linguagem, incluindo fatores como gramática, pronúncia e vocabulário, que também são tão importantes quanto. O fato é que, por se tratar de uma língua que não está no dia a dia dos brasileiros – como no caso do inglês, em filmes, séries, livros e televisão – o francês pode parecer difícil num primeiro momento, mas o processo de aprendizado é o mesmo. Quanto mais contato você tiver com a língua francesa, mais fácil se tornará o processo de aprendizado.

2. É necessário morar na França para aprender a língua

Morar em outro país para aprender sua língua oficial é uma ótima experiência, não só por conta do idioma em si, mas por toda a experiência pessoal adquirida n caminho. Porém, o francês não será aprendido, se o indivíduo não se esforçar para absorvê-la, mesmo estando no país. Como exemplo disso, temos milhares de imigrantes que mesmo morando há muito tempo em um país ainda não atingiram a fluência. Ou seja, não é necessário morar fora e, sim, obrigar-se a falar, ler, ouvir e envolver-se com o idioma. Só assim será possível chegar mais próximo da fluência.

5 mitos sobre aprender francês

3. É preciso pensar em francês

É um mito, em parte. Pensar em uma língua quando já se tem um nível de francês suficiente pode ser um grande exercício para alcançar a fluência, porém essa ferramenta não se torna muito viável para quem está dando os primeiros passos. No estágio inicial, é preciso traduzir as primeiras palavras e entender como elas são empregadas, para somente mais tarde começar a usar o conteúdo de modo mais automatizado. O que pode-se fazer, no nível básico, é começar a aplicar essa técnica depois que você já tiver absorvido bem o conteúdo e souber distinguir o certo do errado. Enquanto isso não acontecer, deve-se evitar pensar diretamente na língua.

4. A língua francesa é menos útil

O francês é uma língua tão útil quanto o inglês, espanhol ou qualquer outra língua. Quem diz que a língua é menos usada porque se baseia no tamanho geográfico ou densidade populacional da França está cometendo um grande mal-entendido. A língua francesa tem quase 75 milhões de falantes nativos em todo o mundo e é a língua oficial em 28 países, sendo uma das mais globalizadas do mundo nas empresas. O francês também é a segunda ou terceira língua para mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo. E aí, ainda acha que francês é uma língua isolada?

5. Só é possível atingir a fluência após o domínio da gramática

Este é um outro mito que ronda a língua francesa e vale ressaltar que esse mito se estende a todas as demais línguas. Não é porque uma pessoa não fala a língua corretamente ou não tem um vasto campo de conhecimento em termos de vocabulário e gramática que ela não poderá pegar fluência. Quem viaja para fora e convive com imigrantes sabe que muita gente teve que aprender o idioma no dia a dia ou não teve condições de estudá-lo em escolas, mas que entende e fala a língua francesa de forma perfeitamente expressiva e compreensível. É claro que o que está em jogo aqui não é a perfeição com que a língua é falada, mas o fato de que uma pessoa não precisa dominar o idioma para saber comunicar-se com os nativos e fazer-se entendido, por exemplo.

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